terça-feira, 12 de maio de 2009

A Crise da economia americana...

Texto mui bom....

A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA
Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90 por 300.000 dólares financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou pro Paul se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.
Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares. A diferença, 400.000 dólares que Paul recebeu do banco, ele se comprometeu: comprou carro novo (alemão) pra ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou tv de plasma de 63 polegadas , 43 notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.
Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham mais liquidez...
O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil... parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós fixadas) e o Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre.
Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa pra vender como nunca.
Paul foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou, como milhões de compatriotas, para revender, mais as prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da tv de plasma e do cartão de crédito.
Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul.
Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir..
Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseado nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Pauls esses títulos começaram a valer pó.
Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiático
Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel... Preço que despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores
Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou.
Com a inadimplência dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado.
O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.
O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo porém essas ações levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.
O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.
No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira.
O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando. Só o tempo dirá.
No dia 15 de Setembro/2008, o Lehman Brothers pediu falencia, desempregando mais de 26 mil pessoas e provocando uma queda de mais de 500 (quinhentos ) pontos no Indice Dow Jones, que mede o valor ponderado das ações das 30 maiores empresas negociadas na Bolsa de Valores de New York - a maior queda em um unico dia, desde a quebra de 1929 ...
Este dia, certamente, será lembrado para sempre na historia do capitalismo.

E o curso continua...

TIVEMOS QUE SAIR DO CACILDA.. PC com problemas de conexão.. dizem que não tem mais memórias, mas sim uma vaga lembrança... bobera....
Mas hj estamos aqui .. construindo os blogs... (moderno isso)...
estou esperando o povo entrar... e me acessar.. o que vamos fazer depois.. com tanta interatividade... eitha mundão grande..
acho que tenho que postar algo sobre as aulas que leciono... acredito que sim...
então vamos la.....

Ler meu blog.. é abraçar o conhecimento...

Estamos nós aqui para mais uma etapa....humm..legal conhecimento é poder.. so me resta saber pra poder o que...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Texto relativo ao vídeo “Dos sonhos aos ares” de Santos Dumont

O presente vídeo tratou da saga protagonizada pelo nosso grande brasileiro que mostrou ao mundo como uma mente empreendedora pode fazer sonhos até então impossíveis, tornarem-se realidades.
O uso da tecnologia para sonhar, e tornar os sonhos possíveis, nos coloca numa posição privilegiada. Podemos assegurar que nossos sonhos possa se materializar se tivermos as estruturas necessárias para sair do mundo das idéias e habitar o mundo real. Todas essas transformações que mudaram nosso último século mudaram completamente a vida das pessoas culturalmente, pois o acesso a tecnologia virou algo tão comum quanto respirar. Essas nova formar de lidar com a realidade transformou as pessoas em também maquinas de produção. A alienação que a falta de acesso a tecnologia, nos transformam em zumbis que passam os dias absorvendo informações, sem co9nseguir em tempo hábil metabolizar tudo e produzir conhecimento. Somos a geração que mais tem acesso a informação mas pouco conhecimento conseguimos produzir. A necessidade de estar ligado no mundo virtual, nos faz sair do mundo real, e não conseguir mais conectar-se com as pessoas que estão ao seu lado. As redes sociais virtuais tornaram-se mais atrativa, pois o que incomoda ou causa desconforto pode ser bloqueado ou deletado, coisa meio arriscado de se fazer no mundo real. O acesso a rede mundial é necessária quando podemos produzir mudanças no mundo real. Assim como Santos Dumont usou de sua imaginação de sua virtualidade imaginativa e investigativa, para mudar o que estava a sua volta e surpreender o mundo.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

hummm é assim então ta...

bj me liga...

Estagiar.. uma aventura!


Fui demitido. Justa causa.Como estagiário, aprendi milhões de coisas e fui muito bem sucedido nas minhas funções. Juro que não entendo o porquê de me demitirem... Eu tinha várias funções que fazia com excelência, entre elas:1. Tirar xerox. 3.1 segundos por página. 2. Passar café. 3. Comprar cigarro e pão. 1 minuto e 27 segundos. Ida e volta.4. Fazer jogos na Mega-Sena, Dupla-Sena, Lotofácil, Loteria Esportiva...Eu era muito bom. Mesmo. Fazia tudo certinho, até que peguei uma certa confiança com o pessoal e resolvi fazer uma brincadeirinha inocente. É impressionante o nível de stress em um ambiente de trabalho. Quis dar uma amenizada na galera, deixar o povo feliz e fui recompensado com uma bela de uma demissão por justa causa. Puta sacanagem!Vou contar toda minha rotina desse dia catastrófico. Era quinta-feira, 26 de março, quando cheguei ao trabalho. Nesse dia, passei na padaria no meio do caminho. Demonstrando muita pro atividade, comprei pão e 3 Marlboro. Já queria ter na mão sem nem mesmo me pedirem. Quando abri a agência (sim, me deixam com a chave porque o pessoal só começa a chegar lá pelas 11h), já vi uma montanha de folhas para eu xerocar na minha mesa. Xeroquei tudo, fiz café e deixei tudo nos trinques (minha mãe que usa essa gíria rs). Como tinha saído um pouco mais cedo no outro dia, deixaram um recado na minha mesa: "pegar o resultado da mega-sena na lotérica". Como tinha adiantado tudo, fui buscar o resultado. No meio do caminho, tive a ideia mais genial da minha vida e, consequentemente, a mais estúpida.Peguei o resultado do jogo: 01/12/14/16/37/45. E o que fiz? Malandro que sou, peguei uns trocados e fiz uma aposta igual a essa. Joguei nos mesmos números, porque, na minha cabeça claro, minha brilhante ideia renderia boas risadas. Levei os 2 papeizinhos (o resultado do sorteio e minha aposta) para a agência novamente. Ainda ninguém tinha dado as caras. Como sabia onde o pessoal guardava os papeis das apostas, coloquei o jogo que fiz no meio do bolinho e deixei o papel do resultado à parte.O pessoal foi chegando e quase ninguém deu bola pros jogos. Da minha mesa, eu ficava observando tudo, até que um cara, o Daniel, começou a conferir.Como eu realmente queria deixar o cara feliz, coloquei a aposta que fiz naquele dia por último do bolinho, que deveria ter umas 40 apostas.Coitado, a cada volante que ele passava, eu notava a cara de desolação dele. Foi quando ele chegou ao último papel. Já quase dormindo em cima do papel,vi ele riscando 1, 2, 3, 4, 5, 6 números. Ele deu um pulo e conferiu de novo. Esfregou os olhos e conferiu de novo, hahahaha. Tava ridículo, mas eu tava me divertindo. Deu um toque no cara do lado, o Rogério, pra conferir também. Ele olhou, conferiu e gritou: -"PUTA QUE PARRRRRRRRIUUUUUUUUUU, TAMO RICO, PORRA". Subiu na mesa, abaixou as calças e começou a fazer girocóptero com o pau. Óbvio que isso gerou um burburinho em toda a agência e todo mundo veio ver o que estava acontecendo. Uns 20 caras faziam esse esquema de apostar conjuntamente. 8 deles, logo que souberam, não hesitaram: correram para o chefe e mandaram ele tomar bem no olho do cu e enfiar todas as planilhas do Excel na buceta da arrombada da mulher dele. No meu canto, eu ria que nem um filho da puta. Todos parabenizando os ganhadores (leia-se: falsidade reinando, quero um pouco do seu dinheiro), com uns correndo pelados pela agência e outros sendo levados pela ambulância para o hospital devido às fortes dores no coração que sentiram com a notícia.Como eu não conseguia parar de rir, uma vaquinha veio perguntar do que eu ria tanto. Eu disse: -"puta merda, esse jogo que ele conferiu eu fiz hoje de manhã. A vaca me fuzilou com os olhos e gritou que nem uma putalouca: -"PAREEEEEEEEEEM TUDO, ESSE JOGO FOI UMA MENTIRA.UMA BRINCADEIRA DE MAU GOSTO DO ESTAGIÁÁÁÁÁÁÁRIO" Todos realmente pararam olhando pra ela. Alguns com cara de "quê?" e outros com cara de "ela tá brincando". O cara que tava no bilhete na mão, cujo nome desconheço, olhou o papel e viu que a data do jogo era de 27/03. O silêncio tava absurdo e só eu continuava rindo. Ele só disse bem baixo: - É...é de hoje. Nesse momento, parei de rir, porque as expressões de felicidade mudaram para expressões de 'vou te matar'. Corri... corri tanto que nem quando eu estive com a maior caganeira do mundo eu consegui chegar tão rápido ao banheiro. Me tranquei por lá ao som de "estagiário filho da puta", "vou te matar" e "vou comer teu cu aqui mesmo". Essa última foi do peladão !Eu realmente tinha conseguido o feito de deixar aquelas pessoas com corações vazios, cheios de nada, se sentirem feliz uma vez na vida.Deveriam me dar uma medalha por eu conseguir aquele feito inédito. Mas não... só tentaram me linxar e colocaram um carimbo gigante na minha carteira de trabalho de demissão por justa causa. Belos companheiros!Pelo menos levei mais 8 neguinho comigo ! Quem manda serem mal educados com o chefe. Eu não tive culpa alguma na demissão deles. Pena que agora eles me juraram de morte...agora tô rindo de nervoso. Falei aqui em casa que fui demitido por corte de verba (consegui justificar dizendo que mandaram mais 8 embora, rs) e que as ligações que tenho recebido são meus amigos da faculdade passando trote. Eu supero isso vivão e vivendo, tenho certeza.É, amigos, descobri com isso que não se pode brincar em serviço mesmo...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Texto: Midias na educação...(curso Linux..to fazendo)

MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
A escola historicamente sempre reproduziu o mundo ao qual estava inserida. Algumas vezes adotando um verniz intelectual com a autoridade que lhe compete. Atualmente a escola se vê obrigada (por todos) a adotar a tecnologia como instrumento pedagógico, coisa que lhe parece inevitável, mas não por vontade ou por iniciativa. Pois se dependesse dos professores, o giz e a lousa ainda seriam o instrumento ideal, pois é de domínio completo do professor e não consegue demonstrar de forma direta as fragilidades de sua formação. A dominação tecnológica sofrida pela escola apresenta-se com uma problemática palpável e real a ser resolvida por ela mesma, para que esta não perca a velocidade do motor da historia que usa hoje este recurso como combustível. Usar a tecnologia como imposição sistemática de uma realidade para não ser deixada para traz, batizada de antiquada ou até retrograda. O que lhe retira um pouco do seu encantamento, o que era inadmissível num passado não tão longínquo.
O que analisamos com o devido cuidado é que a escola esta se transformando em apenas uma consumidora, ora voraz e faminta de tecnologias. Esse consumo intenso não abriu espaço para uma discussão mais aprofundada sobre o papel dessa ferram,então quanto ao seu papel pedagógico de fornecedora de conhecimento. Essa imposição, quanto ao uso de tecnologias, coloca o professor como mero espectador passivo, tirando sua autoridade como formador de conhecimento, equivalendo sua pratica a mero repasse de informações, como qualquer mídia utilizada. O papel do professor, que na sua gênese seria ao do pedagogo, que é aquele que conduz ao conhecimento, esta se transformando num facilitador de acesso a tecnologia informativa, não abrindo espaço para uma construção coletiva do conhecimento.
Num mundo dito globalizado, a chamada aldeia global torna-se local, o homem hoje cidadão do mundo pós moderno esta em contato com uma gama de informações que ele mesmo não tem controle mas se vê obrigado a dominar, por imposição de fatores econômicos, sociais, culturais. Tendo acesso ao chamado mundo virtual, o homem começa a misturar de forma consciente e inconsciente essa virtualidade que lhe parece banal, e chegando a conclusão que o mundo dentro da maquina é menos sofrível que o mundo fora dela. Que o uso intensivo de tecnologias, o deixa num falso controle do que esta a sua volta. E quando este mundo lhe desagrada é possível simplesmente ao toque de um botão acabar com tal sofrimento. A realidade é impossível de ser desligada , é o que se apresenta no momento, seja bom ou ruim, e a escola entra nesse contexto, competindo com os prazeres momentâneos da vida fácil, ágil, e dinâmica do mundo tecnológico, do que arrastado e aparentemente imutável da realidade apresentada.
O aluno assim como o professor ao se tornar expectador de programas educativos o faz de forma passiva funcionando como uma grande esponja que tudo absorve, mas que em grande parte não vê utilidade sendo então tratado como mero entretenimento que logo vai esquecido, ou substituído por algo pré-julgado como mais importante. O mundo virtual muito mais atraente que o mundo tradicional, estático e histórico não consegue acompanhar as mudanças que ocorrem na velocidade que as informações chegam tornando a escola antiquada perante o mundo que se apresenta de forma mágica na tela da TV.
Resta à escola usar a tecnologia como aliada ao processo de ensino aprendizagem capacitando o seu professor e seu aluno a analisar o produto final (programa) como vontade de alguém com objetivos claros sejam eles aliciar ou vender produtos de consumo ideais como verdade pronta. A TV como mídia de amplo uso, deve perder seu papel de farol pois é apenas uma forma dinamizada de propagação de conceitos pré estabelecidos. Num processo consciente de uso de mídias o educando deverá ter capacidade de usar os programas de TV e suas problemáticas como construção empírica de um conceito próprio sobre verdades pré-estabelecidades, dialogando com o meio tecnológico e com sua realidade. O professor neste contexto será um facilitador entre o discurso cientifico o “falar” do aluno enquanto sujeito ativo, autor de um pensar autônomo, construído sua verdade sem reproduzir qualquer ideologia. Para conseguir, o professor terá que reformular e colocar em discussão sua armadura intelectual construída num ambiente onde o professor tem sua verdade construída na cátedra da autoridade moral que a escola lhe atribui enquanto autoridade do saber. O professor deve aprender a aprender e aprender a ensinar, libertando-se de verdades que lhe foram impingidas pela historia e que sempre lhe deram a segurança de uma ilha deserta.

ALUNOS DANIEL MARCELO LUIZ

terça-feira, 5 de maio de 2009

QUASE PUBLICANDO MEU DEVER

QUANDO EU POSTAR MEU DEVER....
AGUARDEM... OS MOEMNTOS FINAIS

sábado, 2 de maio de 2009